ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA INFANTIL/PEDIÁTRICA

Dr. Marcelo Kemel Zago

Cuidado ortopédico especializado em crianças e adolescentes.

CRMRS 38372 – RQE 30969 – TEOT 15152

FELLOWSHIP

Ortopedia e Traumatologia Pediátrica 
Hospital Pequeno Príncipe — Curitiba/PR

SOCIEDADES

Membro Titular
SBOT e Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica

RESIDÊNCIA

Ortopedia e Traumatologia Geral
Hospital de Clínicas de Porto Alegre

FORMAÇÃO

Medicina — UFCSPA
PhD Matemática e Ciências Naturais, Universiteit Leiden

ONDE CONSULTAR

Locais de Atendimento

Urgetrauma e Trauma Clínica: pronto atendimento e consultas agendadas.
Hospital Santo Antônio e Pronto Kids: consultas agendadas.

Clínica Urgetrauma

Av. Assis Brasil, 2827 — Porto Alegre/RS
Pronto atendimento e consulta marcada

51 3363-5000

Hospital da Criança Santo Antônio

Av. Independência, 155 — Porto Alegre/RS / Hospital Santa Casa 

51 3214-8000 

Pronto Kids Pediatria

Av. Dr. Nilo Peçanha, 3228 — Porto Alegre/RS / Viva Open Mall

51 3328-3459

Trauma Clínica

Rua Isabel Bastos, 175 — Viamão/RS

51 3046-8500

COBERTURA

Convênios

Cada unidade de atendimento tem sua própria rede de convênios — verifique a cobertura diretamente na unidade escolhida antes de agendar.

Dúvidas frequentes

Perguntas de pacientes

Respondidas diretamente pelo Dr. Marcelo.

Meu bebê de 9 meses foi diagnosticado com luxação do quadril. Qual o tratamento?

Nessa idade, o procedimento mais comum é a redução sob anestesia, sem corte, seguida de gesso. O tratamento cirúrgico costuma ser reservado para casos de mais difícil tratamento em pacientes mais velhos — mas cada caso precisa de avaliação do ortopedista pediátrico.

As escolioses podem ser congênitas (presentes ao nascimento) ou idiopáticas (diagnosticadas na infância). A congênita costuma ser mais grave e quase sempre precisa de cirurgia. A idiopática pode ser tratada com observação, colete ou cirurgia, dependendo do caso — o colete só tem função até o fim do crescimento.

Enquanto houver limitação da mobilidade do quadril, o ideal é o repouso, podendo ser necessário gesso ou órtese de abdução dos quadris.

A causa mais provável do pé torto congênito é genética — por isso há sim chance de recorrência em outro filho.

É preciso aguardar o resultado final de uma possível lesão de nervo — em muitos casos isso leva até um ano para ser definido. Continuar a fisioterapia é a conduta adequada nesse período, com acompanhamento do especialista em ortopedia pediátrica.

Conteúdo

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